Ter alma de viajante é estar pra sempre dividido

source url Por Sabrina Didoné

source Rata de biblioteca, Sabrina decidiu pular a janela e viajar na vida real, para além das páginas dos livros. Confira abaixo o texto escrito especialmente para o Projeto Nuvem de Cogumelo.

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go here Ter alma de viajante é estar pra sempre dividido. É deixar o coração em tantos pedaços espalhados pelo mundo que nem mais é possível contá-los. É querer continuar longe de casa quando tudo o mais dá errado. Sim, porque viajar nem sempre é só glamour, e quem não viaja, ou quem é só turista, jamais vai entender isso.

watch Viajante quer ter experiência, turista quer ter diversão. E, às vezes, as experiências mais legais vem das indiadas, as aventuras nascem dos riscos da estrada. E são sempre as melhores histórias pra contar.

http://foto8.ch/term-paper-order/ Já pensou que o gosto por viagem pode ser, por si só, uma transformação? Eu costumo dizer que tem um bicho que pica a gente. Você fica naquelas, viaja uma vez por ano só até a praia, acha bacana e só. Até que tem http://akada.org/buy-side-analyst-cover-letter/ A VIAGEM, aquela que te prova o quanto é bom se jogar no mundo, que promove uma verdadeira metamorfose em sua alma. E aí você passa a ter um novo objetivo, você sai da zona de conforto e passa a querer conhecer cada vez mais. Se torna um curioso, nada mais basta, nem 100 carimbos no passaporte são o suficiente. E é se jogando no mundo, é se permitindo conhecer sem restrição, que as viagens nos mudam.

http://caralangsingsehat.com/?p=how-to-write-a-high-school-application-essay-opinion Mudam até pré-conceitos, estereótipos. Você que despreza os brasileiros no exterior… até você estar no exterior e perceber que o brasileiro geralmente vai ser o primeiro a te estender a mão por lá, a te ajudar de qualquer forma, o primeiro a querer fazer amizade. Perceber que um barman pode viver muito melhor do que você – que tem o carro do ano, mas financia a vida em 24 meses. Perceber que o mundo é muito maior do que nossa vista alcança.

click Mas para a viagem nos mudar é preciso permitir que ela nos transfome. De novo, a diferença entre viajante e turista. Ao invés de ir pro exterior e procurar o Mc Donalds mais próximo, que tal provar a cozinha local? O máximo que acontece é não gostar. E se não gostar, ninguém morre, certo? Que tal ir além dos pontos turísticos, tentar ver como os locais vivem, se misturar com eles? O maior risco é gostar. E deixar mais uns pedaços do coração em outro lugar.

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