Londres: meu segundo intercâmbio, com mais de 30 anos

Viajar é mudar a roupa da alma, já dizia Mário Quintana. Não importa o destino, as melhores viagens são sempre aquelas que tem o poder de transformar a nossa maneira de ver o mundo. Viajar é muito mais do que visitar um lugar. É ter a percepção de outras culturas, mas acima de tudo, de nós mesmos.

Quando tracei o que eu chamo carinhosamente de plano de fuga para a Europa, eu queria mesmo mudar a roupa da alma, com toda a licença poética do clichê. Vou explicar rapidamente porque foi um plano de fuga: eu tinha voltado da Austrália e já estava trabalhando há quase um ano no Brasil. Confesso que foi um período bem difícil pra mim… Eu queria, a todo custo, voltar a viajar, explorar o mundo, conhecer novos países, reviver aquela experiência incrível de provar a culinária e os hábitos de outros locais. Afinal, o bichinho viajante já havia me picado – era tarde demais para fincar os pés por muito tempo em um só lugar. Então tracei um plano de fuga: emendei o recesso (15 dias do período de natal e ano novo) com minhas férias antecipadas (sim, eu tive um chefe maravilhoso que antecipou para janeiro as minhas férias que seriam apenas no mês seguinte) e tive mais de 40 dias para viajar e mudar um pouco as roupas da minha alma.

Escolhi a Europa, para além do cenário espetacular, tradicional e cheia de destinos. Além de colocar no roteiro alguns países que eu gostaria de conhecer (Portugal, Irlanda, França e Holanda), resolvi fazer uma parada mais longa em Londres, na Inglaterra. Comprei então um pacote de intercâmbio, para aperfeiçoar o inglês que já estava ficando enferrujadinho depois de um ano morando de volta no Brasil.

Fiz matrícula na thesis phd noise attenuation EC English, uma escola que fica junto à estação Euston, na zona 1 de Londres. As duas primeiras semanas eu estive com minha irmã e um grupo de amigas. Dividimos uma casa na região de Victoria e estudamos todas na mesma escola em um programa específico para quem tem http://ranchobanchetti.com/?p=business-plan-writing-services-bangalore mais de 30 anos. Depois, meu marido chegou para o restante da viagem, nos hospedamos em Swiss Cottage – onde ficamos mais uma semana – e encontramos alguns amigos brasileiros que fariam o roteiro conosco pelos outros países.

enter Um pouco sobre Londres

Londres é uma cidade sofisticada, tradicional e moderna. É, sem dúvida, a metrópole mais pulsante do Reino Unido, e mesmo com um céu cinza e aquela garoa chata, a capital consegue ser um dos melhores lugares do mundo para viajar, morar ou fazer um intercâmbio.

É difícil resistir às convenções em Londres: isso significa levantar o dedo mínimo toda vez que tomar uma xícara de chá. Por lá tudo respira a realeza, e as elegantes casas vitorianas parecem já familiares aos nossos olhos acostumados a ver filmes ingleses ambientados na capital. South Bank, por exemplo, é meio que um reduto cultural de Londres, concentrando muitos museus, teatros e bibliotecas, enchendo os olhos de quem curte arte. Além, é claro, de ótimos bares e restaurantes. É legal reservar o dia para passear na margem sul do Rio Tâmisa, e comprar ingressos para qualquer produção em cartaz no Shakespeare’s Globe Theatre. A construção de 1997 é uma reconstituição fiel do teatro original onde Shakespeare apresentou suas peças, mas que foi destruído por um incêndio em 1599.

Na região de West End, um dos lugares mais conhecidos de Londres, há alguns cartões postais famosos: a Piccadilly Circus, a magnífica loja Harrods e um lugar chamado Notting Hill. A boate Boujis, próxima a estação de South Kensington, já foi a preferida do príncipe William. Além dos belos jardins do Hyde Park, a região concentra restaurantes tradicionais e sofisticados, como o do chef Gordon Ramsay (aquele do programa Hell’s Kitchen).

Já as regiões de East e North London parecem ser o habitat da galera descolada e alternativa. A noite é considerada a melhor da cidade, incluindo os bares de Hoxton Square, no estilo cool vintage. O clima também é mais roqueiro, com o mercado de Camden Town sendo uma das principais atrações culturais e boêmias da cidade. Na região, também há muitos restaurantes, como o Fifteen, de Jamie Oliver.

Em resumo: Londres se tornou um dos meus destinos favoritos. Hoje, com a iminente hipótese de uma cidadania italiana, digo com certeza absoluta que este seria um dos lugares que eu gostaria de morar (sem entrar no quesito Brexit). Pretendo retornar em breve – de preferência, no verão. A parte chata da viagem foi, sem dúvida, o fato de congelar as mãos fora das luvas. Definitivamente escolhi a época errada para visitar o país (dezembro e janeiro). Mas esse foi apenas um detalhezinho. Afinal, trocar a roupa da alma só tem graça quando a roupa é mais “calorosa”.

http://mardeluna.mx/?q=how-to-write-a-good-art-thesis Imperdíveis em Londres

http://www.mainframechina.com/dissertation-writing-services-sri-lanka-952/ Dissertation Writing Services Sri Lanka 952 Harry Potter Tour na Warner Bros Studios – é um dia inteiro de turismo a 30 minutos do centro de Londres, onde ficam os estúdios da Warner, http://mssrealestate.com/?q=business-plan-writers-in-pa set dos oito filmes, e locais onde foram confeccionados todos os cenários, figurinos e efeitos especiais de Harry Potter. Nem precisa ser fã do bruxinho para se encantar com o lugar.

get link National Gallery – abriga um dos melhores acervos de arte da Europa.

http://www.kstechnologybd.com/ghostwriter-preis/ ghostwriter preis Natural History Museum – o museu de história natural de Londres tem esqueletos de dinossauros, animais empalhados, exposição de borboletas e várias atividades diárias que fazem a gente se sentir dentro de um filme da sessão da tarde.

source Harrods, Selfridges e Harvey Nichols – essas grandes lojas de departamentos são verdadeiros templos para quem gosta de comprar, mas até para quem quer só dar “uma olhadinha” é possível ficar o dia inteiro circulando por elas.

http://www.serviceindustry101.com/why-do-i-want-to-further-my-education-essay/ Oxford Street – a rua mais democrática para o consumo, e para todos os tipos de bolso. A Oxford tem a Primark (loja que vende peças de até 3 libras),  Zara, H&M, TopShop e muitas outras fast fashion famosas.

http://www.feellights.com/can-t-do-my-essay/ Mercados de Rua (Camden Lock Market, Portobello Market, Spitalfields e Greenwich Market) – tem de tudo nessas feiras de rua. Além das compras, o interessante mesmo é a diversidade das tribos, a moda alternativa, peças antigas e itens colecionáveis.

http://topmarketsoft.com/product/autodesk-smoke-2016/ Buy Autodesk Smoke 2016 oem Borough Market – tradicional mercado de alimentos e um dos pontos mais visitados de Londres, o Borough tem muitas lojas de comida, temperos diferentes e ingredientes diferentões. Não deixe de comer o tradicional fish and chips.

http://kormoranetterem.hu/?p=proposal-and-dissertation-help-history Garlic’n’shots – o alho é o principal ingrediente no cardápio deste restaurante, e é usado nos pratos principais, nos drinks e na sobremesa. Tem torta de chocolate de alho, tequila com alho e até caipirinha… de alho!

http://boulostauk.com/?q=homework-help-tudors Dans Le Noir – restaurante onde as refeições acontecem no escuro total. Sem enxergar a comida, é preciso aflorar os outros sentidos para apreciar os pratos. Ah, os garçons são cegos.

link Pubs ingleses – daqueles mais tradicionais até os mais contemporâneos, os pubs em Londres tem sempre aquele clima que se vê no cinema. E, se por fora parecem pequenos, por dentro são cheios de ambientes diversos, restaurantes, e lounges. Sugiro o Olde Cheshire Cheese, fundado no século 17, e frequentado por intelectuais (Charles Dickens bebia lá) e com uma carta ampla de cervejas especiais.

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