7 coisas que aprendi depois que pedi demissão

http://penyerang.com/?p=college-admissions-essay-help-english Tenho falado bastante aqui no blog sobre experiências e ideias para viver a vida com mais liberdade, seja viajando, abandonando um emprego que sufoca, fazendo uma transição de carreira ou simplesmente aprendendo algo novo. E muita gente me pergunta como estou me sentindo depois que pedi demissão, afinal não falei muito ainda sobre esse ponto. Pois bem. No mês que vem, faz um ano que deixei meu trabalho convencional. Como http://apnee.ffessm.fr/?make-a-resume-online contei aqui, eu estava trabalhando em uma empresa na qual me realizava, mas que passou a atravessar uma crise séria. Quando contemplei uma situação profissional insustentável, pedi demissão antes que o barco começasse de fato a afundar. Sem mágoas. Apenas com a simples e profunda observação de que mesmo o lugar mais seguro do mundo… pode não ser tão seguro assim.

essay writing for 10 year olds Agora, trabalhando em casa, passei da dependência do ambiente de trabalho para a descoberta de mim mesma. Estou me dando ao luxo de ficar ligeiramente mais relaxada e um pouco menos generosa. A gente tem a tendência de cair na armadilha de se questionar sempre: o que é que os outros vão pensar de mim? E esse não é um caminho nada saudável! Essa escravidão ao que os outros podem pensar é forte e poderosa. Explica por que existe tanto conformismo no mundo. Ajuda a explicar por que a maioria de nós usa o mesmo tipo de cabelo, e por que as pessoas vivem entediadas, infelizes e insatisfeitas.

public service broadcasting essay Meu refrão atual é: não me importo tanto com que os outros pensam. Aliás, me importo sim. Mas finalmente estou dando mais importância ao que http://softwaretopspot.com/product/autodesk-autocad-2016-64-bit/ eu penso. Não quero mais entrar em pânico diante de um olhar de desaprovação. Estou pronta para defender meu ponto de vista à mesa do jantar, sem que isso me traga calafrios. E, com isso na cabeça, vou alcançando lições incríveis. Quer saber o que mais este período tem me ensinado?

  1. Estou aprendendo a dizer não. Dispensando trabalhos que não me acrescentam nada. Recusando convites quando não tenho vontade nenhuma de sair de casa. Deixando de ler os jornais diários para ver, vez ou outra, um seriado na Netflix. Para minha surpresa, essa maneira de agir está me deixando mais segura para descobrir o que não quero pra minha vida.
  2. Estou aprendendo a dizer sim. Pois é. Isso também era difícil pra mim. Tomar um café com amigas no meio da tarde? Agora eu posso. E estou fazendo isso sem a menor culpa. Afinal, não era isso que eu sempre quis? Tempo e qualidade nos relacionamentos? Pois então esse é o momento para cultivar isso, oras!
  3. Estou respeitando minhas habilidades, minha inteligência, meu próprio tempo. Estou me olhando de maneira favorável, e não me culpando por não saber tudo. Durante muito tempo a minha postura parecia ser de outro papel que eu desempenhava – aquele de uma adulta confiante e segura. Sabe a “síndrome do impostor” – a nossa suspeita secreta de que estamos fingindo, de que não somos tão bons assim naquilo que fazemos? Eliminei esse sentimento. Agora, estou estudando coisas novas para minha carreira, e sorrindo para o fato de que nunca saberei tudo. O mundo muda muito rápido, e é utopia achar que sempre teremos conhecimento de tudo.
  4. Não uso mais roupas e sapatos que me fazem esperar ansiosamente pelo momento de voltar para casa e tirá-los.
  5. Não levo mais a vida com tanta urgência. Parei de fazer listas elaboradas de tarefas diárias. A gente consome muita energia tentando controlar as coisas. Aprendi que, como bem colocou John Lennon, a vida é o que acontece quando você fica ocupado demais fazendo planos.
  6. Estou desapegando das coisas. Joguei fora caixas e caixas de materiais inúteis, doei mais da metade do meu guarda-roupa, vendi outras tantas coisas. Só decido viajar com pouca bagagem. Por incrível que pareça, isto está me trazendo uma leveza surpreendente – e tem um texto onde falo sobre desapego aqui.
  7. Aprendi que a segurança completa não existe. Nem em uma empresa convencional, nem em uma instituição pública, nem com o empreendedorismo, nem mesmo em uma prisão de segurança máxima. Se você parar para pensar, há milhões de coisas ruins que podem acontecer… e a segurança é uma ilusão. Muita gente luta para garantir a segurança, entretanto quanto mais segurança se consegue, menos liberdade se tem.

http://sedth.gr/?p=creative-writing-programs-uk Fazer as coisas ao meu tempo é como uma declaração de independência. Depois de um ano, posso dizer que tenho novas habilidades (estou fazendo vários cursos em minha área), mais confiança e outras prioridades. O que posso resumir desses 12 meses? Que assumi um primeiro e crucial compromisso: sempre dizer sim a mim mesma!

medical school essay review service E você, já teve uma experiência de transição como essa? Conta pra mim nos comentários. E se quiser receber conteúdo diretamente na sua caixa de entrada, conecte-se com o Projeto Nuvem de Cogumelo: assine a newsletter.

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