Sobre mudanças, zona de conforto e medos

edhelper homework pass Aprendi a lidar com as mudanças muito cedo. Perdi meu pai quando tinha 10 anos de idade e vivenciei um recomeço da minha família dentro de minha própria casa. Saí da casa da minha mãe aos 17, quando passei a dividir um apartamento com duas meninas com as quais eu nunca tinha falado, em uma cidade diferente e sem nenhuma das mordomias que eu era habituada. Na minha cidade não havia universidade e por isso precisei ir embora para cursar comunicação.

http://arafastartpt.com/?q=help-with-business-plan-nyc Fui me acostumando com as mudanças – até comprar o meu próprio apartamento eu simplesmente perdi a conta de todos os endereços que morei enquanto fazia faculdade. Acho que desse mal eu não morro – aliás, adoro mudar. Gosto de mudar os móveis da minha casa e os quadros de lugar, corto o cabelo frequentemente e meu sonho é passar um tempo viajando num trailer. Eu sou do tipo que enjoa fácil das coisas, sabe? Não uso o mesmo xampu a vida inteira, não gosto de comer o mesmo prato todos os dias, mudo até de banda favorita, volta e meia. Sou meio inquieta mesmo, e às vezes uma mudança geográfica por uns dias já me traz um novo frescor. Por isso gosto de viajar. É claro que também tenho muitos medos, mas o ser humano de um modo geral limita as mudanças por medo e não faz questão nenhuma de entender por que o tem. E isso é devastador.

research essay purpose Partindo dos primórdios, nosso cérebro reconhece a mudança como uma ameaça à sobrevivência. Ele entende que você está vivo agora, mas não há garantia nenhuma se você sair desse lugar. A mensagem que a nossa cabeça passa é: fique onde está para não correr o risco de morrer agora. Mas o conforto de estar onde sempre esteve pode não trazer nada, nem de ruim e nem de bom. essay help u of t Sair da zona de conforto é abandonar a rigidez de ficar para sempre nessa linha imaginária que separa o mundo seguro do mundo arriscado. E quando a gente escolhe o outro lado do muro – pulando da zona de conforto para esse “mundo arriscado” –  acredite, a gente nunca mais quer voltar para o lugar anterior.

source site Como consegui ficar naquele lugar por tanto tempo? Esse é apenas um dos questionamentos que a gente faz quando abandona a zona de conforto. Volta e meio escuto as pessoas dizendo que é difícil fazer uma mudança. Mas quem disse que o difícil não é sensacional? Quando éramos pequenos, foi difícil andar de bicicleta ou amarrar o tênis pela primeira vez, não é mesmo? E agora não tiramos isso de letra? Não somos infinitamente mais felizes e independentes porque conseguimos fazer coisas que antes já foram consideradas difíceis?

http://edificiosnakawe.com/custom-admissions-essay-house/ Qualquer viagem, por longa que seja, só ocorre com um passo de cada vez. Por isso a minha dica para enfrentar o medo e sair da sua zona de conforto é: pense em quais áreas da sua vida você sente que está estagnado. Você acha difícil sair dessa zona de conforto por quê? Liste alguns motivos. Você poderá se sentir confuso ou desconfortável ao fazer esse exercício, mas comprometa-se a fazer isso até que entenda os motivos que levam você a ter medo. Acredite, apenas conhecendo nossos sentimentos somos capazes que ultrapassar limites. A não ser, é claro, que você queira continuar bem do jeito que está.

http://www.eqima.org/the-order-of-things-judy-troy-essay/ A zona de conforto não é um lugar nada confortável

http://synergy-indonesia.com/?p=dissertation-subjects-architecture Está na hora de chutar o balde?

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