Para ser aceito, é preciso aceitar o outro

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http://kalpatatva.com/?p=introduction-paragraph-of-a-research-paper Por Sabrina Didoné

go here Jornalista, rata de biblioteca, Sabrina decidiu pular a janela e viajar na vida real, para além das páginas dos livros. Confira abaixo o texto escrito especialmente para o Projeto Nuvem de Cogumelo.

website for research papers Não é fácil ser diferente. Essa frase pode soar esnobe ou uma reclamação à toa para quem vive dentro das normas aceitas da sociedade. Afinal, somos 7 bilhões de pessoas no planeta, e só o que queremos, às vezes, é nos destacarmos dessa multidão. Fazer qualquer coisa que nos marque como um indivíduo único. Mas há um preço a ser pago. Sempre há vários lados de uma questão, certo? E essa é uma delas. Ser diferente pode trazer muitas consequências, boas ou ruins, fáceis ou difíceis.

http://atmospherepune.com/?q=environmental-education-masters-thesis As crises de inadequação podem ser realmente complicadas para se lidar. Ser um estranho no ninho, apontado, julgado o tempo todo. É uma batalha a ser lutada todos os dias, talvez por toda a vida, talvez pela fase que durar a diferenciação. É, de fato, um esforço para ignorar os apontamentos, os comentários, as fofocas. O pré-julgamento. O preconceito. Isso é uma coisa que marca a trajetória de qualquer um.

follow site Eu fui uma adolescente inadequada. Gostava de heavy metal enquanto todo mundo ouvia coisas bem diferentes. Nas festas em casa, o que bombava mesmo era o funk…Bonde do Tigrão estava em alta naquela época. Eu era mais introspectiva, gostava de ler, achava tudo fora disso fútil e à toa. Jamais consegui me integrar perfeitamente. Me sentia sempre uma estrangeira.

Essay Proofread Service Hoje eu vejo que, se ninguém me compreendia naquele período, eu também não compreendia ninguém. Eu não aceitava quem via o mundo sob outra perspectiva. Ser diferente não é um crime, jamais será, pois a diferença é o que nos une, é a característica que mais temos em comum. Mas o caminho da aceitação dessa diferença tem que começar internamente. E isso passa por entender quem segue um caminho considerado “padrão”. Se você quiser ser aceito, então também precisa, necessariamente, aceitar o outro. É um caminho de duas vias, uma relação bilateral. “Uns são mais coordenados, determinados, obcecados. E outros atrás vão levando a vida e quem ousa dizer que é pior?” diz a música Bossa, de Monica Tomasi.

Research Paper Service Oriented Architecture Contudo, a diferença não precisa ser encarada como algo ruim. Só é possível que os outros aceitem quem somos quando nós mesmos nos “perdoamos” e passamos a enfrentar isso como normal. Ser diferente é o normal, não? E essa aceitação é um grande passo de transformação interna. Mesmo que essa diferença não seja psicológica, mas física, visível, a transformação pode vir de dentro. Há quem prefira mudar seu corpo cirurgicamente – e isso também é ótimo se faz sentido na cabeça da pessoa. É isso. Fazer sentido interno. Seja para perpetuar uma mudança, seja para se agarrar na certeza da diferença e levá-la para toda a vida. O que importa mesmo é nos sentirmos bem com a gente mesmo, seja do jeito que for.

http://fionadalwood.com/c-curriculum-experience-phd-resume-submit-tip-uk-vitae/ Eu, depois de um tempo, resolvi abraçar minhas diferenças. E isso marcou minha vida. A música que ouvi, os livros que li, por mais diferente que eles tenham me transformado dos adolescentes com os quais eu convivia, mudaram e salvaram a minha vida. Pois ser diferente, às vezes, implica em solidão. Bem, hoje eu enxergo que eu mesma preferia ser reclusa. Até o ponto em que eu abracei a diferença, e tentei entender o lado de quem não pensava como eu. Mesmo hoje, mais de uma década depois, as crises de identificação ainda surgem, pois eu continuei no mesmo caminho – só que de uma forma muito mais leve. Mas então eu lembro que construí uma trajetória baseada nessas diferenças. Aproveitar a diferença para fazer diferente é sempre uma boa ideia. O caminho pode ser longo. Só que usar a inadequação para se transformar pode ser recompensador.