Não espere o momento certo: apenas vá!

follow link Por Sabrina Didoné

click here Existe alguma regra de ouro para viagens? Para mim, é: fique viva, volte inteira. Ou não, nem volte, só fique inteira mesmo. Vai que eu não queira voltar, vai que eu queira morar em outro lugar? As possibilidades, em uma viagem, estão sempre em aberto, e é justamente isso que faz delas algo tão emocionante e transformador. Vai lá saber o que se vai encontrar no final do caminho? Ou no meio da estrada?

oxford essay writing service Há quem entoe uma outra espécie de mantra: se tem tanta coisa bonita e incrível para ver aqui no Brasil, por que viajar para outros países? Já ouvi até uma frase ainda mais reducionista: se o Rio Grande do Sul é tão bonito, por que viajar para outros estados? Nessas, eu me questiono o contrário: ao invés de perguntar o porquê, que tal perguntar por que não? Costumo dizer que eu viajo até onde eu alcanço. Se estiver sem grana para uma viagem internacional, bem, então uma viagem por aqui me serve. Se estiver realmente falida, posso pensar numa viagem até a cidade vizinha, ou ainda, uma viagem até um bairro diferente da minha própria cidade.

http://zoomia.pl/?essays-services essays services Eu tinha uma outra espécie de regra de viagem, que era o planejamento. Mapas. Roteiros. Tudo muito certinho. E isso me quebrou um super galho muitas vezes. Mas, com o tempo, fui descobrindo que também preciso confiar em meu instinto. Ou, então, na minha capacidade de gerenciar problemas durante a viagem se eles surgirem. Assim, eu fico muito mais leve antes mesmo de sair de casa. Está certo que não precisa ir sem rumo. Teve uma viagem que eu estava tão cansada de me perder, que passei a usar uma estratégia: o meu feeling diz que é pra ir à esquerda? Então vou à direita. Surpreendentemente, funcionou melhor. Mas o que realmente resolveu meu problema foi começar a olhar o Google Maps antes de partir para os passeios (eu não tinha internet no celular).

enter De qualquer forma, o importante é viajar. Ser curioso. Não gosto de esperar um momento bom para isso, ou quando tiver grana. Já fiz viagens internacionais encurtadas: queria ver o meu destino favorito mais a capital do país. Mas a grana não permitia, então fiquei só com o destino principal mesmo. Vai que num outro momento eu conseguia ver também a capital? Se ficar esperando pra tudo dar certo, para a conjunção estelar perfeita, eu só fico em casa. E é assim que se arranjam uma desculpa atrás da outra. O trabalho não me permite folgas, não tenho grana, não tenho companhia. Que nada! Apenas vou. Se o foco é viajar, bem, então muitos obstáculos podem ser vencidos só se ajustando às circunstâncias.

dissertation statistical services uk reviews Claro que nem sempre é assim, às vezes o trabalho não permite mesmo viagens, e não garante nem longos feriadões para folgas. O que argumento aqui é que, se ficamos muito presos às desculpas, podemos deixar de enxergar brechas nesse sistema. O negócio é pensar em como superar as barreiras, e não só ficar enxergando todas elas sem tentar derrubá-las.

http://prediksitogelwin.com/?p=example-of-a-mla-research-paper Talvez, enxergar que um trabalho não te permite nenhuma folga pode até mesmo servir como ponto de partida para uma mudança profissional. Se o foco é viajar, quem sabe encontrar algum trabalho que permita isso? Há empresas que começam a adotar o chamado bleisure trip: de olho na motivação, a empresa permite que o funcionário estenda as viagens a trabalho, unindo assim os compromissos com turismo. Bleisure é uma junção de palavras, que significa a combinação de uma viagem de negócios (business) e lazer (leisure).

follow De qualquer forma, repito, apenas vá. Com ou sem planejamento. Casado, com filhos, com emprego difícil ou fácil, apenas vá. Viajar é transformador em qualquer época da vida. Nem que seja para aprender a valorizar ainda mais o conforto que se tem em casa. Afinal, isso também acontece: passamos tanto perrengue numa viagem que, ao voltar, enxergamos com mais nitidez os privilégios de uma casa e reavaliamos até o que criticávamos na nossa cidade. É, viajar é mesmo transformador em todos os sentidos.